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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

É Natal, é Natal

Mais um Natal que passou.
As conversas do costume, "bom Natal, cuidado com os doces, um santo e feliz Natal, blá blá."
Não que que seja contra o Natal. Não. Eu gosto imenso desta época e da nostalgia e lembrança que ela trás e representa.
Pena é que os valores estejam, à muito tempo, virados do avesso.
O Natal significa união, família, convívio. Claro está que também significa o nascimento de Jesus e toda a carga cristã que o acompanha.
O quero dizer é que nesta época os stress é muito maior que em outras. As pessoas correm nas ruas atrás disto e daquilo que ainda falta comprar para ofertar a alguém. Correm com pressa e com receio de não telefonarem a todos os familiares e conhecidos a desejar um feliz Natal, correm para ir ao cabeleireiro, correm para ir às compras, correm, correm, correm. Quase que se atropelam nas ruas, nas lojas, no metro. Dentro dos automóveis tudo anda mais nervoso, apitam por isto, apitam por aquilo, reclamam com este e com aquele e porquê? É da pressa, dos stress,
Volto a referir que adoro esta época, apenas não consigo compreender, por mais esforços que faça, o porquê das pessoas só se lembrarem de pormenores tão importantes como telefonar a um amigo ou a um familiar distante neste época.
E o resto do ano? Para que serve? Para correr, para stressar com este e com aquele, por isto e por aquilo, para apitar dentro dos automóveis por tudo e por nada.
Afinal o que há de diferente no Natal? Certo, certo, as compras de ultima hora, as lojas cheias, a árvore cheias de presentes. À e já me esquecia do mais importante o nascimento de Jesus, a comemoração em família, a ajuda ao próximo.
Tirando o nascimento do menino todas as outras ocasiões seriam de celebrar e de ocorrer todos os dias do ano, menos a árvore claro, pois tal como dizem O NATAL É QUANDO O HOMEM QUISER.

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